quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Coisa de Louco : CPTM pede atenção para usuários que caçam pokémons nas estações

Criaturas da CPTM transmitem mensagens de cidadania no transporte. Metrô também orientou usuários a permanecerem atrás da faixa amarela.

17/08/2016 11h29 - Atualizado em 17/08/2016 11h29

Do G1 São Paulo

CPTM instala cartazes nas estações pedindo aos usuários que redobrem a atenção ao procurar pokémons nas plataformas (Foto: Thais Lima/G1)

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) instalou cartazes nas estações pedindo aos usuários que redobrem a atenção ao procurar pokémons nas plataformas. A empresa também informou nesta quara-feira (17), que criou personagens inspirados no jogo para transmitir mensagens de cidadania.

Para capturar as criaturas, o jogador deve andar seguindo o GPS do celular. Assim, a CPTM solicita aos passageiros que aguardem os trens atrás da faixa amarela através de cartazes que exibem a mensagem: "A segurança de todos é mais importante que qualquer diversão!".

Aproveitando o sucesso do jogo "Pokémon Go", lançado no Brasil no dia 3 de agosto, a CPTM criou os personagens "Gentilady", uma gata que cede o assento a idosos, gestantes e pessoa com deficicência física, o "Sujis-Porkis", que joga lixo no chão das estações e dos trens, e o "Empak-Flux", que atrapalha o fluxo de usuários nas filas das bilheterias.

Outras campanhas
O Metrô de São Paulo também publicou um alerta em uma rede social para os usuários que estejam caçando pokémons no trajeto.

O Detran de São Paulo acompanhou a tendência com a mensagem: "Até o jogo avisa <3 pra você não capurar enquanto dirige, ok Brasil"?

CTBU lançou campanha nas redes sociais nesta sexta (5) (Foto: Reprodução/Facebook CBTU)

Detran SP disse para o motorista não capturar pokémons enquanto dirige (Foto: Reprodução/Twitter)

Fenômeno mundial
Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadores a alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas por ladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos

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