terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Evangélicos veem extremismo muçulmano e perseguição como sinais do fim dos tempos

Evangélicos veem extremismo muçulmano e perseguição como sinais do fim dos tempos
Os conflitos no Oriente Médio e os levantes contra Israel são sinais do fim dos tempos. Pelo menos na percepção de quase 80% dos evangélicos, de acordo com uma pesquisa recente.
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O levantamento foi realizado pelo Brookings Institute, de Washington (EUA) e mostrou que 73% dos evangélicos entrevistados acreditam que, quanto mais o fim se aproxima, mais as nações do planeta se voltarão contra Israel.
Para 79%, a violência que se desdobra no Oriente Médio, com a ascensão de grupos extremistas muçulmanos e a pregação de ódio a Israel é um sinal claro de que o fim já está se aproximando.
O site Breaking Israel News revelou que os resultados mostram o quanto as profecias bíblicas e ensinamentos rabínicos pesam na percepção dos cristãos protestantes sobre o conflito naquela região.
 
No Velho Testamento, os livros de Ezequiel e Zacarias apresentam predições sobre a guerra chamada “Gog e Magog” e o fim dos tempos. “Reunirei todos os povos para lutarem contra Jerusalém; a cidade será conquistada, as casas saqueadas e as mulheres violentadas. Metade da população será levada para o exílio, mas o restante do povo não será tirado da cidade”, diz o texto em Zacarias 14:2.
O extremismo islâmico também é apontado como sinal do fim dos tempos por causa de uma narrativa do rei Davi, em um de seus Salmos: “Ai de mim que vivo como estrangeiro em Meseque, que habito entre as tendas de Quedar! Tenho vivido tempo demais entre os que odeiam a paz. Sou um homem de paz; mas, ainda que eu fale de paz, eles só falam de guerra (Salmos 120:5-7)”. Quedar, segundo Gênesis 25: 13-15, é um dos filhos de Ismael, o filho bastardo de Abraão de quem descendem os árabes

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