quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pastor que teve filha morta pelo Boko Haram se orgulha: “Morrer por amor a Cristo é felicidade”

Pastor que teve filha morta pelo Boko Haram se orgulha: “Morrer por amor a Cristo é felicidade”

 
Uma jovem que estava entre as mais de 200 meninas sequestradas pelos extremistas muçulmanos do Boko Haram em Chibok, Nigéria, foi morta a pedradas por se recusar a negar a Cristo.
 
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A maioria das meninas sequestradas em abril de 2014 era cristã, e foram forçadas sob tortura a mudar de religião e se casar com os jihadistas. O pai de uma das jovens que morreram no cativeiro afirmou que a fidelidade que levou sua filha à morte era digna de celebração.
“Me disseram que minha filha se recusou a mudar sua religião. Me disseram que eles cavaram um buraco e a enterraram até o pescoço, e ela foi apedrejada até a morte”, relatou o pastor, identificado pela BBC apenas como Mark.
 
“Morrer por amor a Cristo é a coisa mais feliz para mim. Eu sou grato que ela não tenha mudado sua religião. Ela confiava em Deus”, acrescentou.
Sua esposa, Marta, lembrou que a morte para os cristãos é um passaporte para o paraíso: “Eu acredito que ela morreu com dignidade. Monica agora está no céu, porque ela se recusou se converter ao islã”.
Assista ao vídeo do depoimento:

O cativeiro

De acordo com informações do Christian Post, a maioria das mais de 200 meninas sequestradas são cristãs. Como um dos principais objetivos dos extremistas é combater o cristianismo, e eles as obrigaram a se converter ao islamismo e se casar com alguns dos jihadistas.
Uma adolescente de 17 anos identificada como Miriam conseguiu escapar do cativeiro e relatou que havia sido casada a força e estava grávida.
“Quatro homens vieram até nós e cortaram as gargantas das meninas que recusaram na nossa frente. Então, eles disseram que isso iria acontecer com qualquer garota que se recusa a se casar”, relatou a jovem. “Havia tanta dor. Eu estava lá apenas com o corpo. Eu não podia fazer nada sobre isso”, acrescentou, relatando os repetidos estupros.

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