Como, aparentemente, metade dos bebedores consome álcool num padrão de alto risco, a conseqüência é que os problemas acabam aparecendo e são estreitamente relacionados com o padrão de consumo, mais do que com qualquer característica pessoal do bebedor. Os problemas físicos, por serem uma decorrência imediata do beber, aparecem mais frequentemente.”
Jesus Cristo jamais autorizou o consumo de algo tão nocivo! Alguns ainda acreditam que o milagre realizado por Ele nas bodas de Caná transformando água em vinho altera toda a orientação dada até então no Velho Testamento e autoriza o consumo de alcoólica. Ledo engano! Trata-se de mais uma armadilha de Satanás ou mero argumento para justificar uma prática destrutiva!
Existem duas palavras para “vinho” traduzidas do hebraico e utilizadas no velho testamento: yain, que pode ser utilizada para vinho fermentado ou não fermentado; e tirosh, sempre utilizada para vinho novo, ou vinho da vindima e, portanto, não fermentado.
Existe, também, a palavras Shekar que significa bebida forte, seja ela vinho fermentado ou qualquer outro tipo de bebida alcoólica.
Em Isaías 65:8, por exemplo, a palavra utilizada é Tirosh, pois nela há benção: Assim diz o SENHOR: Como quando se acha mosto num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de meus servos, que não os destrua a todos.
No Novo Testamento, em grego, a palavra utilizada para “vinho” é “oinos”. Quando as escrituras relatam a ocasião da Ceia do Senhor, não há menção à palavra “oinos” e sim, “produto da vide”. Vejamos Matheus 26: 29 na tradução do Dr. Gilberto Pickering:
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